REINO PROTOCTISTA


Integrantes: LUCAS PEREIRA (51050), ESTER ESPEZIM (41075), SANTANNA (48121), VIEIRA (58069) e VIZZOTTO (91597)
Turma 204

Bem-vindos a mais um post do nosso Blog! Hoje vamos aprender um pouco mais sobre os protoctistas.

Esse grupo, por conter seres muito diversos, é considerado polifilético - ou seja, os protoctistas não possuem um ancestral comum. Ele reúne organismos como protozoários e algas, com diferentes formas de locomoção, reprodução e nutrição. Ao longo desse post, você vai conhecer as principais características desses seres e a importância que eles têm. Os integrantes desse reino são responsáveis pela maior parte da produção de oxigênio do planeta.

PROTOZOÁRIOS:

Do grego protos, “primeiro”, e zoon, “animal”, os protozoários são seres unicelulares, com células eucarióticas e estrutura bastante variada.

MORFOLOGIA:

As células dos protozoários não possuem parede celular e podem apresentar diversos formatos.

Em condições desfavoráveis, algumas espécies patogênicas produzem cistos, forma em que o protozoário pode permanecer latente por longos períodos. Quando as condições voltam a ser favoráveis, o protozoário volta à sua forma ativa, chamada trofozoíto.

LOCOMOÇÃO:

Para locomover-se, os protozoários utilizam uma ou mais das seguintes estruturas especializadas:

Pseudópodes = expansões temporárias do citoplasma que ajudam na locomoção e também na captura de alimentos.

Flagelos = filamentosos e longos, provocam movimentos ondulatórios que permitem à célula deslocar-se.

Cílios = têm a mesma estrutura dos flagelos, porém são menores e presentes em maior número, movimentando-se em conjunto e criando um turbilhonamento que favorece a locomoção e a captura de alimentos.

OBTENÇÃO DE MATÉRIA E ENERGIA:

A maioria dos protozoários é heterótrofa, isto é, retiram matéria orgânica do meio ambiente. Poucas espécies autótrofas realizam fotossíntese, e há ainda protozoários mixotróficos (são capazes de se alimentar utilizando mais de uma dessas formas). Eles podem ser aeróbios, vivendo na presença de oxigênio, ou anaeróbios, vivendo em locais com pouco ou nenhum gás oxigênio.

REPRODUÇÃO:




ALGAS:

A diversidade das algas é enorme. A maioria das espécies é marinha, mas há algas de água doce e até terrestres, em solos úmidos. Em geral, são autótrofas fotossintetizantes, mas também existem algas heterótrofas. Há espécies unicelulares, como as que vivem nas águas superficiais e são transportadas pela correnteza, e outras que possuem flagelos e se locomovem. Há também espécies multicelulares, que apresentam uma estrutura simples, um conjunto de células praticamente iguais entre si, chamado talo. As células da maioria das algas são revestidas por paredes resistentes, e todas apresentam ao menos cloroplasto, que pode variar em forma, composição, tamanho e conjunto de pigmentos fotossensíveis presentes.

CLASSIFICAÇÃO DAS ALGAS:

A classificação das algas, assim como ocorre com os protozoários, ainda é objeto de controvérsia, e é provável que a atual classificação seja revista em breve. A divisão apresentada a seguir leva em conta o conjunto de pigmentos e no tipo de substância presente nas células.

Euglenoides = são algas unicelulares, que contêm as clorofilas a e b em seus cloroplastos e, como substância de reserva, o paramilo, um carboidrato. Na imagem, alga Euglena spirogyra.


Dinofíceas = são unicelulares e contêm as clorofilas a e c, além de outros pigmentos, como a peridinina, que lhes dá a coloração amarelo-parda ou avermelhada. Na foto, alga Noctiluca.


Crisofíceas = nas células dessas algas estão presentes as clorofilas a e c, além de pigmentos como a fucoxantina, de coloração marrom, cuja combinação com outros pigmentos dá uma tonalidade dourada às crisofíceas (do grego khrysos, “ouro”). Na imagem, alga Dinobryon divergens.


Bacilariofíceas = essas algas têm muitas características em comum com as crisofíceas, mas a parede celular, composta por sílica, está presente em todas as espécies. Na foto, carapaças de algas diatomáceas.


Clorofíceas = suas células têm parede de celulose e apresentam as clorofilas a e b, e o amido é a substância de reserva. Ulva, na imagem a seguir.


Rodofíceas = suas células contêm as clorofilas a e d, e, entre outros pigmentos, a ficoeritrina, responsável pela cor avermelhada, além do amido como substância de reserva. Na foto, alga Dichotomaria marginata.


Feofíceas = suas células apresentam as clorofilas a e c, além de um pigmento carotenoide pardo, a fucoxantina, responsável pela coloração dessas algas, que varia desde o amarelo-amarronzado até tons bem escuros e fortes. Na imagem, alga Sargassum.


REPRODUÇÃO:

A seguir, apresentamos esquemas que explicam como ocorre a reprodução sexuada e assexuada.

Reprodução assexuada - cissiparidade


Reprodução assexuada - zoosporia


Reprodução sexuada


            Resumindo o que vimos:



Esperamos que todos tenham compreendido! Até o próximo post do Blog Cientista!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

FAVARETTO, José Arnaldo. Biologia - Unidade e Diversidade 2. 1ª Edição. São Paulo: FTD, 2016

PAULINO, Wilson Roberto. Biologia, volume único. 10ª Edição. São Paulo: Editora Ática S.A., 2009

BLOG ABC DA MEDICINA. Malária — ciclo de contaminação, profilaxia, sintomas e tratamento. Disponível em < http://www.abcdamedicina.com.br/malaria-ciclo-de-contaminacao-profilaxia-sintomas-e-tratamento.html >. Acesso em: 16 de abril de 2019.

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